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      Data: 09/09/2009
      BRIGADEIRO EM ALTA

      O tradicional docinho de festa, com leite condensado e chocolate, se diversifica, ganha novos sabores, formatos e muito mais valor

       

      O bom e velho brigadeiro, igual e diferente. Além da versão tradicional da bolinha de leite condensado misturado com chocolate em pó e coberto com granulado, novos e diferenciados brigadeiros estão invadindo as vitrines das padarias, confeitarias e requintadas docerias. Virou moda entre os chefs confeiteiros desconstruir o famoso docinho das festas de aniversário para criar versões mais sofisticadas, saborosas e por sua vez de maior valor agregado.

      O brigadeiro repaginado aparece em versões com chá verde, com licor, pistache, avelã, nozes, café, produzidos com chocolate belga e em vários formatos. Atualmente, além do formato redondo, como ficou conhecido, o brigadeiro pode ser encontrado em copinhos, aromatizados e servidos em colheres de degustação. "É uma oportunidade que se tem de fazer diferente um doce superconhecido. Assim, pode-se oferecer um produto diferente aos clientes, de maior valor, para aumentar o faturamento", sugere Fernando de Oliveira, Responsável Técnico pelo DAT 2000.

      Na doceria paulista Jean et Marie, por exemplo, a chef Patrícia Brock criou uma versão de brigadeiro para ser vendida em copinhos. Eles são produzidos com menos açúcar, pois a receita leva ovos e leite. Na Galeria Chocolate, do chef Diego Lozano, os clientes encontram os brigadeiros em sabores exóticos, como os de chá verde e chá de jasmim. Lozano não abre mão do chocolate belga como matéria-prima para o docinho, por ter uma concentração maior de cacau, que o caracteriza menos doce.

      O brigadeiro é uma especialidade brasileira e nasceu na década de 40. O nome do doce foi uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes, então candidato a presidente da República e que tinha um grupo de correligionárias que preparavam o doce de chocolate com leite condensado para ser oferecido nas festas em prol da sua candidatura. O brigadeiro Gomes perdeu a eleição para o general Eurico Gaspar Dutra, mas em compensação virou referência para o docinho mais popular das festas de aniversários, casamentos e que hoje é um hit repaginado em padarias e confeitarias de todo o Brasil.

       


      Data: 09/09/2009
      Como conseguir dinheiro em tempos de crise

      Nestes tempos de escassez de crédito e incerteza na economia, o acesso ao dinheiro tende a ficar mais difícil. Veja o que economistas e consultores sugerem para você conseguir empréstimos mais vantajosos e buscar alternativas ao financiamento bancário.

      Capriche nas informações enviadas ao banco

      É com base na documentação entregue pelo solicitante que o banco avalia a saúde financeira da empresa. Só a partir dessa análise são determinados o limite de crédito, os prazos, as garantias e também as taxas de juro. Por isso, é recomendável apresentar a relação dos clientes de sua empresa. Também mostre um plano de negócios com valores previstos para as diversas etapas do investimento, projeções das despesas e receitas, e o que mais julgar relevante para provar que a empreitada dará lucro.

      Negocie prazos com fornecedores e clientes

      Na busca de capital de giro, a negociação de prazos mais longos com fornecedores pode ser uma alternativa aos empréstimos. Você pode tentar também realizar o pagamento com o repasse das duplicatas recebidas dos clientes. Com a operação, a empresa reforça o caixa sem arcar com os juros cobrados nos financiamentos para antecipação da receita das vendas. Outra opção é encurtar os prazos concedidos aos clientes. Mas decisões como essa exigem cautela. Para muitos consumidores, o impacto do prazo no tamanho das prestações é maior que o da alta das taxas.

      Reduza custos

      Atenção aos custos é fundamental. E lembre-se de que estoque também é custo. Quanto mais adequado for, maior o reforço no fluxo de caixa e menor a necessidade de financiamento bancário.

      Busque linhas com recursos públicos

      As linhas de crédito com recursos do governo, como as do BNDES, do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, podem ser boas aliadas na procura de dinheiro mais barato. No caso, os juros oscilam conforme a variação da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), menos afetada pelas turbulências do mercado. A taxa, por não servir de instrumento para combate à inflação, também não acompanha passo a passo a evolução da taxa básica Selic, balizadora dos empréstimos convencionais.

      Considere adiar investimentos

      É hora de adiar o financiamento de grandes projetos. Não só o crédito caro justifica a cautela. Em tempos de incerteza, é mais complicado avaliar o retorno dos investimentos devido à dificuldade em prever a demanda futura.

       


      Data: 09/09/2009
      Cinco dicas para organizar melhor seu fluxo de caixa

      O controle rigoroso de entradas e saídas é fundamental para a empresa ganhar fôlego

      Desde 1992, a empresária Teresinha de Paula, dona do bufê Teras, de São Paulo, atualiza diariamente seu fluxo de caixa com projeções para os 90 dias seguintes. "Se acompanho de perto as receitas e despesas, calculo melhor os custos e o volume das compras para não acabar no banco, atrás de crédito para capital de giro", diz. Segundo ela, o controle minucioso das entradas e saídas foi essencial para que sua empresa ganhasse fôlego para trocar a cozinha de casa por uma sede independente. "É preciso um fluxo de caixa estruturado para crescer", diz ela. E é mesmo. Afinal, o acompanhamento das contas a pagar e a receber é fundamental não só para calcular o capital de giro como também para definir, da melhor forma possível, as datas adequadas para pagamentos, recebimentos, retirada de lucros e pró-labore e realização de promoções para desova de estoques.

      Você pode montar o fluxo de caixa com planilhas de Excel, softwares de gestão financeira ou até manualmente. Seja qual for a forma escolhida, é importante ficar atento a alguns procedimentos. Confira:

      1 - Projete seu fluxo de caixa para um período mínimo de três meses. Para cada dia você registra o saldo inicial (valor em caixa registrado na data), entradas, saídas, saldo operacional (valor das entradas menos as saídas na respectiva data) e saldo final (soma do saldo inicial e do operacional).

      2 - Registre separadamente as entradas e saídas previstas e efetivas, discriminando a origem das receitas e o destino das despesas. Nas entradas de caixa, faça a distinção das diversas formas de recebimento, como dinheiro, cheque pré-datado, duplicatas e cartão de crédito. Nas saídas, leve em conta itens como impostos, pagamentos a fornecedores, pró-labore, salários, comissões a vendedores, encargos sobre a folha de pagamento, contas de água, luz e telefone, gastos com propaganda e marketing, despesas bancárias, aluguel, honorários do contador, pagamento de outros serviços, despesas com veículos, material de escritório, equipamento e financiamentos. Isso permite controlar cada centavo gasto, assim como tudo o que entra no caixa.

      3 - Na sua previsão de três meses, de nada adianta se munir de um fluxo de caixa se você não alimentá-lo com números realistas. "Um dos erros mais comuns é a estimativa exagerada das vendas", diz o consultor financeiro Ari Rosollem, do Sebrae São Paulo. Para não cair na armadilha, é importante analisar com cuidado a carteira de clientes, o histórico do caixa da empresa, fatores sazonais e dados do mercado.

      4 - Dê bastante atenção aos extratos bancários para não contabilizar como dinheiro em conta cheques devolvidos ou pagamentos não realizados. A medida tem outra vantagem: só com acompanhamento detalhado das contas a receber é possível agilizar a cobrança dos clientes em atraso para minimizar a necessidade de capital de giro.

      5 - Embora algumas empresas calculem o fluxo de caixa em períodos semanais, especialistas recomendam a apuração diária. "O período semanal pode esconder saldos negativos em determinados dias no decorrer da semana", diz o consultor Rosollem.

       

      Postado por: Redação Pequenas Empresas Grandes Negocios

      Data: 09/09/2009
      É possível livrar-se das dívidas

      Organizar o fluxo de caixa é fundamental para tirar o pé da lama

      Conseguir tirar o pé da lama e livrar-se de uma dívida é muito difícil sem a concentração de esforços em duas frentes. Em primeiro lugar, é preciso reestruturar a dívida da melhor forma possível, procurando linhas de crédito de juros mais baixos e negociando com os credores, sejam eles bancos ou fornecedores. Mas nada disso surtirá efeito sem a reorganização das finanças da empresa, pois é aí que está a origem do endividamento.

      Para ajudar na busca de soluções, ouvimos os consultores Raul Corrêa da Silva, sócio da RCS Consultoria, e Carlos Ercolin, diretor-executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) e dono da Hexis Consulting.

      Bancos

      Na busca de crédito, é fundamental levar em conta a finalidade do empréstimo. Assim, você evita cair no erro – bastante comum e muitas vezes fatal – de financiar investimentos de longo prazo com recursos para capital de giro, de prazos mais curtos e juros mais altos. Se você precisa de dinheiro para investimentos, o melhor é buscar linhas como as do BNDES ou do Proger, oferecida pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. Se você tem um empréstimo de capital de giro, considere a possibilidade de migrar para os serviços que têm garantia de recebíveis (cheques pré-datados, duplicatas e faturas de cartão de crédito).

      Controle de contas e corte de custos

      No fluxo de caixa, você tem a radiografia necessária para detectar os problemas de sua empresa e, com isso, tirá-la da lona. Vale a pena projetar o fluxo para um período mínimo de três meses. Para cada dia, você registra o saldo inicial (valor em caixa na data), entradas, saídas, saldo operacional (valor das entradas menos as saídas na respectiva data) e saldo final (soma do saldo inicial e do operacional). As informações permitem conhecer com detalhes suas receitas, despesas, prazo de pagamento e de recebimento e necessidade de capital de giro para o seu negócio. Com todas as informações à mão, o primeiro passo é avaliar a viabilidade do negócio. Aí, pode vir a má notícia. "Se a empresa for inviável, com déficits crônicos e insolúveis de fluxo de caixa, o melhor é se desfazer do negócio enquanto dá para amenizar o prejuízo", diz o consultor Ercolin. Muitas vezes, porém, a notícia é boa: dá para recuperar a empresa quando se sabe onde está o problema. Os cortes de custos também são essenciais nos tempos de vacas magras – e até nos das vacas gordas.

      Redução de estoque

      Se tem uma coisa que não combina com dívida é estoque. Quanto mais mercadoria estocada, maior a necessidade de capital de giro – logo, maior a necessidade de financiamento.

      Atenção aos prazos

      A falta de sincronia entre prazos de pagamento e de recebimento é outra grande causa do endividamento descontrolado. Por isso, todo cuidado é pouco ao alongar o prazo de pagamento dos clientes sem conseguir a contrapartida dos fornecedores. O problema pode até passar despercebido nas vendas menores, mas tende a jogar sua empresa no ralo nas grandes transações. "Muita gente quebra justamente na melhor venda da vida", diz o consultor Ercolin. É que, para dar conta do pedido maior, é preciso aumentar também o valor desembolsado na compra de matérias-primas ou mercadorias. Se faltar dinheiro em caixa, o descompasso entre os prazos de pagamento e de recebimento pode ser fatal.